quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O Entrudo a Montante


Em tempos imemoriais, aqui em Moncarapacho, já havia disfarces de mascarados que percorriam as ruas da terra e, à noite, iam aos bailes nos salões onde, ao som de um acordeão ou fole, as máscaras dançavam até quase de madrugada. Pelas ruas, durante o dia, sobretudo no Domingo Gordo, segunda-feira e no Dia do Entrudo, surgiam as estudantinas, de inspiração espanhola, com trajes escolares da Universidade de Salamanca, de Coimbra ou de Santiago de Compostela, que não só percorriam as ruas de Moncarapacho, como também iam animar as povoações vizinhas.  Só em 1913 surgiu o primeiro carro ornamentado, pertencente ao Sr. António Rodrigues Carrajola, um importante proprietário, onde eram transportadas as filhas e as amigas. O carro percorreu as ruas de Moncarapacho e depois foi à Fuzeta. Este e outros carros que se lhe seguiram eram puxados por muares (mulas ou machos) e apareciam habitualmente decorados com as clássicas palmeiras. No Carnaval de 1923, que é muito lembrado, houve um carro representando o avião da travessia aérea entre Lisboa e o Rio de Janeiro, feita por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, no ano anterior. Em 1934, já havia uma comissão organizadora e um júri para classificar os carros. Nesse ano, ficou na memória um carro chamado “As Mouras e o Algarve”, para o qual a comissão idealizou um conto mourisco de encantamentos. Entre 1948 e 1973, a organização esteve sempre a cargo da Santa Casa da Misericórdia  e, posteriormente, passou a ser da responsabilidade da Junta de Freguesia de Moncarapacho. Nos finaisA partir do final da década de 80, a Junta de Freguesia passou a ter o apoio da Câmara Municipal de Olhão. Evidentemente, já há muitos anos que os muares deixaram os desfiles, sendo agora todos os carros alegóricos puxados por tractores.
Actualmente, o desfile das escolas da freguesia inicia os festejos. É já amanhã! Prometemos estar presentes para, depois, vos contarmos como foi.

Alícia Kirsch
Ricardo Grelha

Dando expressão ao Amor

E porque estamos a chegar ao Dia dos Namorados, demos cor ao amor e resolvemos expressá-lo em diferentes línguas, num trabalho conjunto do Clube e das professoras do Departamento de Línguas.




sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A árvore do Amor

E não é que, em vez de folhas, nasceram corações nesta árvore?!?! O amor anda mesmo por aí!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O Dia de S. Valentim


A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum já tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que tinha proibido o casamento durante as guerras, acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar a celebrar casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens davam flores e bilhetes, dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele apaixonou-se pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.
Antes de partir, Valentim escreveu-lhe uma mensagem de despedida, que assinou “Do teu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data da sua morte, 14 de Fevereiro, também corresponde à véspera das Festas Lupercais, um festival pastoril, celebradas na Roma Antiga em honra de Juno (a deusa da mulher e do matrimónio) e de Pã (o deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade, batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que, no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como o Dia dos Namorados. A data foi adoptada, um século depois, nos Estados Unidos, tornando-se o Valantine´s Day.
Na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de Fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.
Neste dia, oferece-e flores e mandam-se cartas à pessoa amada. Os símbolos mais comuns são corações e cupidos.

Alícia Kirsch
Ricardo Grelha

E, afinal, o que é o amor?

O Dia de S. Valentim está a chegar e os cupidos também. Como será o amor na nossa escola? Os enviados especiais do Clube andaram, pela escola, a indagar...
E o amor é...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Ontem fomos ao cinema


No dia 20 de Janeiro, o 8ºA, o 8ºB e o CEF de Informática foram ao cinema, ao Gran Plaza, em Tavira, ver o filme “Avatar” em 3D. É um filme extraordinário que nos faz, acima de tudo, tomar consciência da maldade que, por vezes, há no coração do Homem.
O filme passa-se no ano 2154. Os seres humanos têm o objectivo de explorar, na lua de Pandora, as reservas de um precioso minério chamado Unobtanium. Pandora é habitado por uma espécie de humanóides chamada Na’vi, que medem quase 3 metros de altura. Os Na'vi vivem em harmonia com a Natureza, são considerados primitivos pelos humanos e veneram uma deusa chamada Eywa. Um grupo de cientistas humanos, coordenados pela Dra. Grace, criou o Programa Avatar, híbridos humano - Na'vi. Jake Sully é um ex-fuzileiro paraplégico, que vai para Pandora para ganhar dinheiro para uma operação que o curaria da paralisia. O irmão gémeo de Jake era um cientista do programa Avatar e Jake é chamado para assumir o seu lugar no programa devido à semelhança genética que o torna compatível com o Avatar do irmão. A Dra. Augustine não fica contente com a substituição, pois o irmão de Jake era um cientista com anos de treino para participar no programa. Jake, por sua vez, nunca tinha usado um Avatar e não tinha nenhum conhecimento sobre a cultura Na'vi. De serviço na escolta a Grace, em forma de Avatar, Jake é atacado por uma criatura local e perde-se do resto do grupo. Na selva, é salvo por uma Na'vi, Neytiri. Neytiri, em primeiro, rejeita Jake, mas, depois de ele ser coberto por sementes da Árvore da Vida, decide levá-lo para a Casa da Árvore, onde mora o seu clá, os Omaticaya.
Quando o Coronel Miles Quaritch, o grande vilão desta história, sabe da ligação de Jake aos Na'Vi, e que está a ser ensinado por Neytiri, promete-lhe pernas funcionais em troca de convencer os Omaticaya a saírem da Casa da Árvore. Sob esta árvore está uma grande reserva de Unobtanium. Os problemas surgem quando, após três meses em Pandora, Jake começa a preferir o modo de vida dos Na'Vi, se une aos Omaticaya e se apaixona por Neytiri.
Claro que o filme não acaba assim. Se ainda não o viste e estás curioso, não queremos revelar o final, mas deixamos-te aqui o trailer para te «abrir o apetite».

Alícia Kirsch
Ricardo Grelha

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Feira da Planta



Outra das actividades que a escola ofereceu, na semana que antecedeu a interrupção lectiva do Natal, foi a Feira da Planta. Fomos, assim, entrevistar a Professora Sandra Madeira e tentar saber um pouco mais sobre este evento.

- Há quantos anos se realiza a Feira?
Realiza-se há 3 anos.
- Quem selecciona as flores?
Todos os anos diferentes pessoas seleccionam as flores. Este ano foi feita pela D.ª Arménia Dias (encarregada de pessoal) e pela professora Sandra Madeira.
- Quem teve a ideia?
Já é tradição na escola.
- De onde vêm as flores?
Dos viveiros Monterosa, empresa que colabora com a nossa escola na recepção de alunos em estágio e também na venda de plantas para o Natal.
- Quanto tempo dura?
Normalmente 2 dias. O primeiro dia é para a exposição das plantas. No segundo dia, dá-se continuidade à feira devido às reservas feitas no dia anterior.

Andreas