sábado, 19 de fevereiro de 2011

Dia Internacional da Língua Materna

A língua mãe, na qual as primeiras palavras são ditas e o pensamento individual é expresso, é a base da história e da cultura de cada indivíduo. As línguas são os melhores veículos para a compreensão e a tolerância mútuas. O respeito por todas as línguas é um factor chave para assegurar uma coexistência calma, sem exclusão, das sociedades e de todos os seus membros.”

Irina Bokova, directora-geral do UNESCO

February 21: The 12th International Mother Language Day (IMLD)

O Dia Internacional da Língua Materna foi proclamado pela Conferência Geral da UNESCO em Novembro de 1999. A data foi destinada, em cada ano desde Fevereiro de 2000, a promover a diversidade e o multilinguismo linguístico e cultural.
As línguas são os instrumentos mais poderosos para preservar e desenvolver a nossa herança. Todos os movimentos que visem a disseminação das línguas maternas servirão para incentivar a diversidade linguística e para desenvolver a consciência das tradições culturais em todo o mundo, promovendo a solidariedade baseada na compreensão, na tolerância e no diálogo.
Respondendo a este apelo, a nossa escola não quis esquecer este dia. Por esse motivo, está patente, na biblioteca, uma exposição promovida pelos alunos do Nível de Proficiência e pelos formandos do PPT. O evento tem como objectivo chamar a atenção para a diversidade linguística existente na nossa comunidade escolar.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O S. Valentim anda por aí ...

... e, como não podia deixar de ser, na escola ninguém o vai deixar passar em claro. Foi o que aconteceu a três alunas do 9ºB que, numa aula de Estudo Acompanhado, produziram uma verdadeira delícia: CHOCOLOVE.


Longe de toda a civilização humana, havia uma aldeia de Cacaus, situada perto da Vacalândia.
Um Cacau chamado 3499, que era todo moreno, robusto e de casca dura, fartou-se das Cacauas que o queriam como namorado.
Um dia, saiu da aldeia à procura do seu amor-perfeito, para arejar as suas sementes. Passou pela Vacalândia, onde ouviu os gritos de socorro de uma donzela de pele alva que, brevemente, ia ser devorada pelas crias da Fera… a Vaca!!!
- Ajuda-me, por favor! Numa semana vou morrer, se não me salvares!!- gritou a donzela Leite.
- Não entres em natas! Vou buscar ajuda: o Mata-vacas.
Cacau 3499 tinha de se despachar.
A caminho da cidade onde o Mata-vacas morava, passou pela Floresta das Avelãs, onde, de repente, lhe caiu uma Avelã em cima.
- Peço imensa desculpa, Senhor Cacau, de vos ter caído em cima. Disse à minha mão para me aguentar mais um bocadinho até ter passado mas ela está cheia com os meus irmãos e as minhas irmãs. A Avelã pediu desculpa.
- Não faz mal. – Disse-lhe Cacau 3499.
- Para onde vai o senhor? – Perguntou a Rapariga Avelã.
- Vou para a cidade do Mata-vacas, para lhe pedir ajuda, pois tenho de salvar a minha branquíssima Donzela Leite. Se, por acaso, ele não a consegue matar, ela vai ser papada pela cria da Besta Vaca. – Respondeu Cacau 3499.
- Oh, que horror!!! – Exclamou a Rapariga Avelã. – É melhor eu o acompanhar. E só para o caso de o Mata-vacas não derrotar a Besta, vou chamar uns amigos meus que eu conheci numa festa de anos do bisavô da namorada do meu primo de 3º grau, que tem um meio irmão que tem uma tia e… pronto não interessa. O que eu queria dizer é que o exército do açúcar é muito poderoso e que podia ajudar a vencer a Besta Vaca e salvar a vossa Donzela Leite.
- Que boa ideia! – Disse Cacau 3499. E assim foram alugar o exército de 615 342 grãos de açúcar para ajudar vencer a Besta Vaca e salvar a Donzela Leite.
Depois de dois dias, o Cacau 3499, a Rapariga Avelã e o Exército do Açúcar chegaram à cidade do Mata-vacas e convenceram-no de os ajudar a derrotar a Vaca.
Chegaram à Vacalândia mesmo a tempo para salvar a Donzela Leite, pois a cria da Fera estava com fome.
- Rápido! Salvem-me, salvem-me!!! – Gritou a Donzela Leite histericamente.
E foi mesmo isso que aconteceu: o Mata-vacas matou a Besta Vaca, com a ajuda do Exército do Açúcar e a sua cria Feia. O Cacau 3499 salvou a Donzela Leite, despejando-a para um balde para ela não se derramar.
Normalmente, a história deveria acabar aqui, mas neste caso não.
O Mata-vacas pensava no dia seguinte, enquanto os outros dançavam e cantavam todos felizes, e lembrou-se que era o dia 14 de Fevereiro e que ainda não tinha nenhuma prenda de São Valentim para a sua mulher. Pensando um bocadinho, lembrou-se de uma receita que tinha em casa.
Agarrou no Cacau 3499, na Donzela Leite, na Rapariga Avelã e no Exército do Açúcar, pô-los todos dentro de um saco e levou-os para casa.
No dia seguinte, dia de São Valentim…
Diz a mulher do Mata-vacas ao marido:
- Que belíssima prenda para o dia de São Valentim: um CHOCOLATE!!!

Alicia Kirsch
Beatriz Gonçalves
Lídia Dias

Para assinalar o dia, houve, na biblioteca, uma exposição de cartazes e postais alusivos ao Dia de S. Valentim. O Clube de Línguas e o CEF IOSI contribuiram com o painel "Amor e Letras" sobre pares românticos na literatura.



sábado, 5 de fevereiro de 2011

Aniversário de Almeida Garrett - 04 de Fevereiro

Não podíamos deixar de assinalar esta data tão importante no calendário de aniversários dos grandes escritores portugueses que deixaram o seu cunho na literatura: o nascimento de Almeida Garrett. Ficam aqui alguns apontamentos de obras que nos dizem respeito. Apreciem o romantismo no seu auge.



Sugerimos Falar Verdade a Mentir, com ilustrações de João Caetano, da Porto Editora.
 

E dois recontos adaptados para o público infantil: Viagens na Minha Terra, adaptação de Rui Zink, com ilustrações de Gabriela Sotto Mayor e Frei Luís de Sousa, adaptação de José Jorge Letria, com ilustrações de André Letria; ambas disponíveis na biblioteca na nossa escola.
 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dia em memória das vítimas do Holocausto

Para que nunca esqueçamos...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Consumismo de Natal


Chega Novembro e todo o mundo fica louco. Natal! É Natal em Novembro segundo as multinacionais. Mas quem pensa sobre o Natal em meados de Novembro? Quanto muito pensa-se no quão longe as férias estão… não em comprar presentes!
Ok, o Natal é quando o Homem quiser, mas confesse-me: você já entrou numa loja e pensou: “O quê? Coisas de Natal? Já?! Mas estamos em Novembro!” O mesmo acontece comigo quando visito uma superfície comercial precocemente enfeitada.
Começam pelas lojas, avançam para a televisão e, por fim, atacam as rádios. São as músicas de Natal. Sofrem um remix pelas mãos do marketing e são-nos impingidas com bastante antecedência. São o Hino ao consumo com origens na classe mais baixa do povo.
Com elas trazem as mascotes da caridade e do puro consumismo. Tudo para lhe extorquir a massa.
Os bichinhos dançam, cantam, abraçam velhinhos e até actuam nos hospitais. São capas de folhetos e enchem espaços nos já recheados folhetos natalícios, que deixam os pequenos loucos.
Todo o pequeno quer um folheto daqueles. Quer um folheto daqueles, a Barbie da publicidade, o Gormitti do anúncio, o carrinho, o Nenuco, a Playstation, a Nintendo, a motinha, o Ipod, o Toutch, a casa com piscina, o carro de alta cilindragem,.. Bem, as crianças querem tudo o que venha acompanhado da música e da mascote, apesar de nem saberem bem para que é que aquilo serve.
Mas são crianças e é essa a função do marketing: impingir-lhes (e impingir-nos) coisas de que não precisam.
A lista está feita e ainda nem é Dezembro. De repente, alguém se lembra: “Afinal há crise!”
Mas de que importa a crise? Olhe para as filas nos Templos do Consumo. Você vê a crise? Você consegue vê-la? Você vê um batalhão de Euros em filas atrás de máquinas registadoras! Isso é crise?
Crise é você querem pagar o seu shampoo e ter de esperar meia hora porque até a caixa das dez unidades está superlotada! Isso sim, é crise. Não aquilo que anunciam nos telejornais.
O dinheiro salta das carteiras ao ritmo das luzes decorativas e falam-me em crise?! Por favor!
Dia 24, à noite, todas as famílias são visitadas; não pelo amor e união, mas sim pelo Deus do Consumismo, o Pai Natal.
Quem é esse? Criado para nos induzir ao consumo, é ele próprio a cara do consumismo natalício e pode dizer-se que, para alguns, rende mais do que o ouro.
E depois? Já visitou algum Templo no dia 1 de Janeiro? Os altares onde antes estavam brinquedo estão agora preenchidos por vinhos caros. Os cartazes deixaram lugares brancos nas paredes e a música natalícia desapareceu. Os perus estão mortos e a sua carteira está leve. Chamam a isto espírito de Natal?

Laura Silva, 9ºB

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Espírito de Natal

Para assinalar esta quadra festiva os formandos do PPT dinamizaram a exposição "Ceias do Mundo e tradições de Natal". O nosso clube deu uma ajudazinha e decorou o painel que esteve exposto na Bilioteca.





Os formandos do PPT dinamizaram, ainda, a Feira do Doce. Com este evento, a comunidade escolar teve a oportunidade de provar doces típicos de Natal dos países de origem dos elementos do Curso de Português para Estrangeiros.





O espírito de Natal já atingiu os alunos do 7ºB, que, numa aula de substituição com a professora Sandrine, deram asas à imaginação. O resultado foi o que a seguir apresentamos.


O Pai Natal e o desaparecimento da sua rena Rodolfo

Uma noite, o Pai Natal
Foi à rua e teve um choque fatal:
A sua rena desaparaceu
E ele imaginou que ela morreu.

Ficou a noite toda à sua procura
E quando descobriu um bosque encantado
Escutou com muita ternura
As canções que ouvia e ficou espantado.

Juntou-se às renas e às crianças
Ofereceu às crianças muitas balanças
Para elas se pesarem e com a comida terem cuidado
As crianças aceitaram e disseram “Obrigado”.

Ana Pereira, 7ºB, nº5

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O Natal

O Natal é o dia
Do ano mais familiar.
Não haver Natal
É como não haver
Lady Gaga a ser extravagante!
O Natal sem prendas
É como Miley Cirus
Sem roupa.
Uma vergonha!
Sei bem que o Natal
Não é todos os dias.
Pois também não há
Todos os dias um concerto
De artistas famosas.

Helena Gonçalves, 7ºB

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O Pai Natal e a Natália

Era uma vez um Pai Natal que se chamava Júlio. Todos os anos entregava prendas às crianças e andava muito feliz.
Quando chegou o dia de Natal, ele ficou muito contente porque ia entregar as suas prendas às crianças. Mas, quando chegou à rua, não viu o seu trenó com as renas, nem viu as prendas. Ficou paralisado, pois pensava que as tinham roubado. Ficou sem saber o que fazer. Até que passou, naquela rua, uma criança que se chamava Natália. Quando ela viu o Pai Natal, ficou encantada porque ela adorava-o e adorava quando recebia as suas prendas. Mas ela viu-o muito triste e foi ter com ele. O Pai Natal ficou um pouco mais feliz por ter visto a criança.
   - Olá menina. Como se chama?
   - Olá Pai Natal. Eu sou a Natália e vejo que está triste. O que se passa?
   - Acho que roubaram o meu trenó, as minhas renas e os presentes. E agora não posso ir à casa das crianças.
   - Não pode ser! Então agora não vou ter as minhas prendas, Pai Natal!
   - Pois é, minha filha. Mas agora não sei o que fazer. Que tal se fôssemos à procura disso tudo?
   - Boa ideia! Mas para isso, temos que ir a pé…
   - Não faz mal. Vamos na mesma.
   - Está bem.
E lá foram eles andando. Perguntavam a toda a gente na cidade, mas ninguém sabia de nada. Por fim encontraram um homem louco com as coisas do Pai Natal. Assim que os viu, começou a fugir. Eles corriam atrás dele, mas ele era muito rápido e não o conseguiam apanhar, até que ele caiu no chão. Aí conseguiram apanhá-lo e levar as coisas.
O homem louco foi preso e assim o Pai Natal foi no trenó entregar as suas prendas a toda a gente e a Natália foi com ele.

Jéssica, 7ºB, nº9

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O Drama de Natal

Era uma vez uma criança que tinha pedido ao Pai Natal um cão e três barbies.
Na noite de Natal viu um vulto que parecia ser o Pai Natal e a sua rena de estimação. Logo a seguir, uma grande trovoada fez desligar a luz. A menina ficou muito desiludida ao pensar que o Pai Natal não iria aparecer e de repente adormeceu. De um momento para outro, ouve um barulho na chaminé; era um homem muito gordo com um fato vermelho e umas botas pretas a pôr as prendas debaixo da árvore de Natal. Aí desatou aos gritos e logo acordou toda a família.
   - Ó filha, o que se passa?
   - Eu vi o Pai Natal!
   - Onde, onde?
   - Ali, ali!
   - Onde? Eu não vejo nada. Onde está ele?
   - Olha, agora foi-se embora.
   - Oh, que pena. Queria tanto pedir-lhe um Lamborguini.
E logo à porta de casa, o desejo realizou-se.
   - Não acredito! O meu desejo realizou-se.
Nesse instante, a mãe vê alguém a roubar os presentes.
   - Ahhhhhhhhhhhhhhh!
   - O que é que se passa querida?
   - Os presentes fugiram atrás daquele homem!
   - Andas a sonhar ou estás com febre?
   - Tu é que estás!
Assim foi o drama do Natal.

(sem nome)

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O Natal

   - É Natal, é Natal! – grita o Pai Natal.
A cidade toda a.vai à porta para ver o que era. E grita uma pessoa de uma casa: é o Pai Natal!
As crianças cantavam e brincavam todas juntas.
   - Vamos receber muitas prendas!
   - Que bom!
   - O que é que tu pediste, Pedro?
   - Eu pedi um Homem Aranha. E tu, João?
   - Eu pedi uma pista de carros.
   - Bué fixe. – diz o Pedro.
   - Agora vamos para junto do Pai Natal para ver se ele trouxe o que nós queríamos.
   - Olá Pai Natal. – dizem o João e o Pedro em coro. Trouxeste as nossas prendas?
   - Claro que sim. – diz o Pai Natal.
   - Então podes dar os presentes?
   - Sim. – diz o Pai Natal.
   - Oh. Mas eu não tinha pedido isto! – diz o Pedro.
   - Pois também não é a minha prenda. – diz o João (e olha para o Pedro).
   - Tu tens a minha prenda! – diz o João.
   - E tu tens a minha. – diz o Pedro.
   - Ah, ah, ah, ah. Ah. Começaram a rir e o Pai Natal também.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Conheces os Direitos Humanos?

E como vale sempre a pena recordá-los, aqui fica um vídeo fantástico, em inglês,  sobre os vários artigos da Declaração Universal dos DIreitos Humanos.


Para assinalar esta data, na disciplina de Inglês, as turmas do 9º ano desenvolveram o trabalho que aqui apresentamos.